CBO 2149-15 – Engenheiro de segurança do trabalho e Salário Mínimo Profissional

CBO 2149-15 - Engenheiro de segurança do trabalho

CBO 2149-15 – Engenheiro(a) de segurança do trabalho e Salário Mínimo Profissional

O exercício das profissões de Engenheiro de segurança do trabalho e de Técnico de Segurança do Trabalho é regulamento pela lei número 7.410, de 27 de novembro de 1985Dispõe sobre a especialização de Engenheiros e Arquitetos em Engenharia de Segurança do Trabalho, a profissão Técnico de Segurança do Trabalho e dá outras providências“.

Classificação Brasileira de Ocupações (CBO): 2149-15

2 – PROFISSIONAIS DAS CIÊNCIAS E DAS ARTES
—21 – PROFISSIONAIS DAS CIÊNCIAS EXATAS, FÍSICAS E DA ENGENHARIA
——214 – ENGENHEIROS, ARQUITETOS E AFINS
———2149 – Engenheiros de produção, qualidade, segurança e afins
————214915 – Engenheiro de segurança do trabalho

Formação e Experiência

As ocupações da família requerem curso de engenharia ou arquitetura seguido de especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho. O profissional deverá requerer registro junto ao respectivo CREA/CAU.

Salário

O valor do Salário Mínimo Profissional em 2021:

—Para jornada de 8 horas é de R$ 9.900,00.
—Para jornadas de 6 horas, o novo salário é de R$ 6.600,00.

O Salário Mínimo Profissional do engenheiro é previsto na Lei 4950-A/66.

Contribuição Sindical

O valor da Contribuição Sindical 2021 é de R$ 330,00.

Correspondendo este valor a um dia do Salário Mínimo Profissional (SMP) do engenheiro para uma jornada de 8 horas diárias.

Registro Profissional

.A resolução CONFEA Nº 325, DE 27 NOV 1987 “Dispõe sobre o exercício profissional, o registro e as atividades do Engenheiro de Segurança do Trabalho, e dá outras providências”.

Atribuições

As atividades dos Engenheiros e Arquitetos na especialidade de Engenharia de Segurança do Trabalho são as seguintes:

1- Supervisionar, coordenar e orientar tecnicamente os serviços de Engenharia de Segurança Trabalho;
2- Estudar as condições de segurança dos locais de trabalho e das instalações e equipamentos, com vistas especialmente aos problemas de controle de risco, controle de poluição, higiene do trabalho, ergonomia, proteção contra incêndio e saneamento;
3- Planejar e desenvolver a implantação de técnicas relativas a gerenciamento e controle de riscos;
4- Vistoriar, avaliar, realizar perícias, arbitrar, emitir parecer, laudos técnicos e indicar medidas de controle sobre grau de exposição e agentes agressivos de riscos físicos, químicos e biológicos, tais como: poluentes atmosféricos, ruídos, calor radiação em geral e pressões anormais, caracterizando as atividades, operações e locais insalubres e perigosos;
5- Analisar riscos, acidentes e falhas, investigando causas, propondo medidas preventivas e corretivas e orientando trabalhos estatísticos, inclusive com respeito a custos;
6- Propor políticas, programas, normas e regulamentos de Segurança do Trabalho, zelando pela sua observância;
7- Elaborar projetos de sistemas de segurança e assessorar a elaboração de projetos de obras, instalações e equipamentos, opinando do ponto de vista da Engenharia de Segurança;
8- Estudar instalações, máquinas e equipamentos, identificando seus pontos de risco e projetando dispositivos de Segurança;
9- Projetar sistemas de proteção contra incêndio, coordenar atividades de combate a incêndio e de salvamento e elaborar planos para emergência e catástrofes;
10- Inspecionar locais de trabalho no que se relaciona com a Segurança do Trabalho, delimitando áreas de periculosidade;
11- Especificar, controlar e fiscalizar sistemas de proteção coletiva e equipamentos de segurança, inclusive os de proteção individual e os de proteção contra incêndio, assegurando-se de sua qualidade e eficiência;
12- Opinar e participar da especificação para aquisição de substâncias e equipamentos cuja manipulação, armazenamento, transporte ou funcionamento possam apresentar riscos, acompanhando o controle do recebimento e da expedição;
13- Elaborar planos destinados a criar e desenvolver a prevenção de acidentes, promovendo a instalação de comissões e assessorando-lhes o funcionamento;
14- Orientar o treinamento específico de segurança do trabalho e assessorar a elaboração de programas de treinamento geral, no que diz respeito à Segurança do Trabalho;
15- Acompanhar a execução de obras e serviços decorrentes da adoção de medidas de segurança, quando a complexidade dos trabalhos a executar assim o exigir;
16- Colaborar na fixação de requisitos de aptidão para o exercício de funções, apontando os riscos decorrentes desses exercícios;
17- Propor medidas preventivas no campo de Segurança do Trabalho, em face do conhecimento da natureza e gravidade das lesões provenientes do Acidente de Trabalho, incluídas as doenças do trabalho;
18- Informar aos trabalhadores e à comunidade, diretamente ou por meio de seus representantes, as condições que possam trazer danos à sua integridade e as medidas que eliminam ou atenuam estes riscos e que deverão ser tomadas.

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